A primeira fase da reforma do ensino técnico favoreceu o setor produtivo, oferecendo mão-de-obra barata, mas prejudicou a educação profissional brasileira.
As IFETs vinham prestando relevantes serviços ao País porque ofereciam uma educação de boa qualidade. Sua produtividade, entretanto, está prejudicada pela desarticulação entre o currículo médio e o técnico.
A ampliação de vagas, como foi idealizada no Decreto nº2.208/97, também não aconteceu nas escolas e, ao contrário do que se esperava, a evasão cresceu.

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